segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Eu gostei de Desventuras em Série na Netflix?

Ontem entrou um vídeo novo no canal em que eu conto minhas impressões sobre a adaptação nova da série de livros do Lemony Snicket, Desventuras em Série. Estreou nessa sexta-feira 13 na Netflix e eu já vi tudo.

Dá play pra assistir e não esquece de se inscrever no canal e compartilhar com os migos.



Beijo!

domingo, 15 de janeiro de 2017

Times Like These e eu

Eu costumava dizer que minha música preferida da vida e do Foo Fighters era Everlong. Bom, era. Mas aí outro dia eu assistia Times Like These ao vivo em um show deles, como sempre, me emocionou muito e tive que disfarçar as lágrimas em pleno expediente. Comecei a pensar em quantos momentos da minha vida essa música esteve presente.
Tantos, tantos.
E pensei também em quanto uma letra, uma melodia marca instantes assim, que ficam gravados na sua memória pra sempre. E se eu pensar assim, com certeza Times Like These está muito marcado na minha vida.

Quando eu era adolescente e um antigo namorado me gravou um CD com um montão de músicas (muito antes de eu ter um computador em casa, ouvia tudo no micro system, vocês lembram o que é isso?), a que mais eu colocava no repeat era essa.

Quando meu namorado (o novo, o de agora e sempre) tocava violão pra mim no intervalo da escola, era essa a que fazia parte do repertório padrão, a que não podia faltar.

Quando eu estava (estou!) perdida na vida, é essa música que traduz o que eu sinto.

Quando a Alpha Capella (sim, eu sinto saudade até hoje dessa banda) ensaiava e ninguém lembrava a letra, um olhava pra cara do outro tentando desconfundir a primeira parte da segunda. Por algum motivo eles achavam que eu sabia, quando na verdade eu me embolo até hoje. Aí a gente ria e a música continuava assim mesmo.

Quando eu fui até São Paulo só pra ver o Foo Fighters ao vivo foi nessa música que eu achei que não ia ter mais força pra não desmaiar, eu estava realmente muito emocionada (e cansada). Eles vieram com uma energia incrível e compensaram dez anos de espera e eu tirei força disso pra ver o show até o final, me tremia toda e às vezes tinha que sentar no chão.

Quando de novo assisti os meninos ao vivo no Maracanã eu ria muito na hora que o Dave veio pro meio da plateia com sua guitarra. Eu pensava nas voltas que a vida dá porque não acreditava que ia ter tanta sorte assim duas vezes na vida. Dessa vez a música veio mais calma e eu pulei muito, me esgoelei, fiquei rouca e com dor nas pernas no dia seguinte. Foi incrível.

Todas essas e tantas outras lembranças que eu tenho com essa música fizeram meu coração se contrair e expandir e parar por um momentinho. Aquela sensação que a gente tem quando sabe que está vivendo um momento que nunca mais vai esquecer (nem sempre a gente sabe, mas quando sabe, sente essa coisa no coração e na boca do estômago) e agora se alguém perguntar, minha música preferida é Times Like These.

Dia 14 de janeiro foi aniversário do Dave Grohl, um dia depois de eu fazer toda essa reflexão na minha cabeça. Ter um carinho tão grande por alguém que a gente nem conhece é bem louco, mas se você pensa que esse cara esteve presente em quase tudo de importante que aconteceu na minha vida até hoje, é impossível não se importar. Eu realmente amo que ele tenha tanto talento e desejo que ele tenha toda felicidade do mundo porque mesmo que o Dave nunca mais escrevesse nada na vida, Times Like These está aí pra acompanhar muito momentos como esses.



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Virei youtuber?

O blog pode estar às moscas, mas eu me joguei num projeto novo nos últimos tempos. Eu, euzinha mesmo que tenho preguiça de colocar imagem nos posts, resolvi gravar, editar e publicar vídeos no Youtube.

Nunca vi tanta série como em 2016 e estava sentindo a necessidade de falar sobre elas e sobre livros e sobre tudo porque nem sempre os outros acompanham o meu ritmo. Falar, não escrever. Tem horas que é necessário falar em voz alta, sei lá. Ou então eu só queria um desafio novo pra me manter sã, motivada.

O caso é que tenho postado um vídeo por semana e aproveitei a vontade de escrever para convidar você que está lendo esse humilde blog a assistir meus vídeos e, como sempre, trocar experiências comigo. Esse é o vídeo mais recente do canal



Se você gosta do conteúdo do blog, é mais ou menos a mesma coisa, só que eu falo mais. É difícil me fazer parar, oras. Então assista os vídeos e se inscreva. Não esquece de comentar que veio do blog que eu vou adorar conhecer melhor vocês que me leem aqui. Ah, me deem dicar pra melhorar - sem ser equipamento e luz e tal porque por enquanto é no improviso e eu gravo com o celular mesmo - e temas que eu possa gravar.

Beijo!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Oi, tem alguém aí?


Mais uma sumida gigantesca aqui do blog, acho que vocês até já desistiram de mim. É, não estava com vontade nem tempo de postar, deixei de lado. Hoje não resisti e quis escrever. Não resisti ao clima de fim de ano, à nostalgia e à esperança de mudar.

Não vou negar que esse ano foi horrível. Entre mudar do apartamento em que aprendi a ser gente grande e perder meu Capa, tem sido um desafio manter o pensamento positivo. Foi ruim pra muita gente. E por mais difícil que tenha sido botar em palavras os sentimentos desse ano, quis escrever, quis botar pra fora. Eu procurei o ano todo um lugar pra me expressar sem falar de mais nem de menos e de alguma forma não lembrei desse meu espaço. Mas o blog é meu espaço e agora eu quero escrever.

Não cumpri minhas metas, não realizei muitos sonhos - com exceção de conhecer as maravilhosas Curitiba e São Paulo, melhores investimentos que eu podia ter feito -, não deixei pra traz tudo que me fazia mal, não botei a saúde em primeiro lugar. Não. Nada disso foi feito. Me concentrei apenas em colocar um pé na frente do outro e continuar seguindo, vivendo. Por isso 2017 vai ser um ano cheio de incertezas. Trabalho, casa, amigos, viagens, dinheiro. Não garanto nada, não planejei nada. De certa forma estou de saco cheio de planejar.

Mas não me entenda mal, não desisti de nada, pelo contrário. Eu sinto agora, bem nesse momento em que escrevo - talvez levada pela emoção de botar pra fora o que pensei durante o ano - que estou começando uma coisa nova. Pode ser qualquer coisa, eu confesso que não sei o que é. Está começando, sim. Eu espero por isso, trabalho para isso, mas não sei o que é.

Por isso nessa virada decidi ficar em casa, no nosso silêncio, com nossa Luna, que agora só tem a gente como companhia na hora dos fogos assustadores. E sentir que estou no lugar certo, só que não é um lugar físico. É um lugar dentro de mim, em que me encontro esses dias, tentando encontrar meu caminho a medida que o percorro na certeza que vou ao encontro desse aquilo, esse mesmo que não sei o que é.

Encontrando, reencontrando e conhecendo e reconhecendo os lugares em que vou passando.

Feliz 2017!

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