quinta-feira, 14 de abril de 2011

Wasting Light

Sobre o que mais poderia ser esse post senão sobre o lançamento do CD Wasting Light da banda Foo Fighters?
Escrevo neste momento enquanto assisto ao show realizado no Ed Sullivan Theater para o Late Show nada menos que no mesmo dia do lançamento oficial do CD, dia 12 de abril.
Como descrever um CD como esse, não sendo eu especialista em música e só podendo falar na minha própria experiência como ouvinte assídua e fã inveterada da banda? Esse álbum para mim representa duas coisas para essa banda espetacular: a volta às origens da música feita pelo FF sendo que cada vez melhor e ainda a confirmação dela como expoente do rock mundial.
O álbum foi gravado num estúdio de garagem, assim como o primeiro CD da banda. Isso só fez aumentar a excelência de cada faixa. Desde o o anúncio do lançamento, as expectativas foram as melhores devido a divulgação de segundos da faixa Rope no site oficial. Ficamos com uma vontade imensa de saber como seria a música inteira e as outras.
Qual não foi minha surpresa ao saber que a própria banda disponibilizou o álbum inteiro para ouvir duas semanas antes do lançamento no foofighters.com. Nem preciso dizer o deleite que foi descobrir finalmente como ficou esse trabalho incrível.
Rope é uma das melhores, mas as outras faixas também são fascinantes, enérgicas, poderosas, profundas. Como sempre em cada nota ou palavra aparece um sentimento profundo que é exteriorizado na voz incrível do Dave, que pode ser tão suave quanto agressiva, isso é um dos diferenciais do Foo Fighters. Vemos o poder das três guitarras e a sonoridade do baixo muito presente, assim como os backs do Taylor, que são excelentes.

Para mim é difícil escolher as melhores. Quem sabe podem ser Dear Rosemary, Arlandria, Rope, These Days e Bridge Burning.

As outras faixas são White Limo, Back and Forth, A Matter of Time, Miss the Misery, I should Have Know e Walk.

Há anos que digo que o Foo Fighters é uma banda que só faz um CD se for melhor que o anterior. Eles me provaram que estou certa em dizer isso. Talvez, se você não conhece, ouvindo Wasting Light possa entender porque eu não canso de dizer que amo Foo Fighters. Não é um amor cego, é apenas admiração pela evolução de uma banda através dos anos com ganho de qualidade a cada álbum, coisa difícil hoje em dia, vamos combinar.
Não me resta mais nada a não ser prestar culto a uma obra-prima (espero que não me achem exagerada) do rock através dos tempos. Me desculpem fãs do Nirvana, mas ainda bem que essa fase já passou e estamos além da rebeldia: em busca do nirvana sim, mas no melhor sentido musical.


2 comentários:

  1. Eu curti muito as músicas. É claro que meu queridinho sempre vai ser "Skin and Bones", mas acho bacana quando a banda nos faz esperar e não dá mancada. FF sempre!

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  2. É, Skin and Bones é muuuuiiito bom, mas falta nele aquela pauleira, sabe. Mas está entre meus preferidos. Sendo que meus preferidos são todos.

    rs

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