sábado, 27 de abril de 2013

Gatos versus Vassoura

Então eu decido que não tem mais como adiar a limpeza - pelo menos básica - da casa. Vamos varrer! Só que pra quem não sabe, tenho dois gatos lindos e malucos e eles tem um problema sério com a vassoura. Se ela está parada no canto dela, eles até toleram a presença da coitada, mas se ela resolve trabalhar, aff...
Quando os dois eram filhotes, morriam de medo da dita cuja, agora grandes, eles resolveram se vingar, passaram da fase do medo para a fase "te pego e te estraçalho". É um corre-corre danado aqui e nada de eu conseguir varrer a casa. Quando por fim eu consigo juntar meus montinhos de poeira - a maioria é pêlo dos pestinhas - eles se jogam em cima, (espero que) achando que estão me ajudando.
Fico de cabelo em pé com essa "brincadeira" e pra acabar com essa bagunça já decidi: Capa e Luna ficam presos na área durante a limpeza da casa. Ufa!


Luna, a sonsa mais linda do mundo

Capacete, meu macho de nome estranho

domingo, 21 de abril de 2013

Daqui a 10 anos

Vira e mexe alguém vem com essa pergunta pra gente: "Onde você quer estar daqui a x anos?" ou alguma coisa parecida. Geralmente isso acontece na escola ou numa entrevista de emprego, às vezes na faculdade. Mas ô perguntinha complicada essa, hein. Já é difícil saber se as coisas que eu planejei para amanhã vão dar certo, imagina daqui 10 anos, como diz o título. Pensando nessa dificuldade, resolvi tentar adivinhar como estarei daqui a 10 anos sendo um pouco realista e um pouco sonhadora, ok? Será que eu acerto?

Daqui a 10 anos eu 

  • serei mãe
  • terei uma bicicleta
  • separarei todo o meu lixo para reciclagem
  • terei uma casa com quintal
  • terei um carro grande, tipo jipe, sabe
  • terei conhecido pelo menos um país
  • terei dito eu te amo mais de 1000 vezes para as pessoas certas
  • trabalharei rodeada de livros
  • finalmente conseguirei correr regularmente
  • viajarei para um sítio no mato nos fins de semana
  • terei 33 anos
  • vou olhar para o espelho e ver rugas no canto dos meus olhos - espero que sejam de tanto sorrir
Tempo, tempo, tempo, tempo, entro num acordo contigo

10 anos parecem muito, mas passam num piscar de olhos. É melhor eu começar logo a agilizar isso aí.  ;)
E você, o que acha que terá ou não em dez anos? Onde estará morando, com quem? Seremos felizes?

terça-feira, 16 de abril de 2013

7 filmes que marcaram minha vida (até agora)

Esse negócio de fazer lista é bem divertido então decidi que de vez em quando vou montar umas legais aqui. Essa de hoje é bem pessoal, mas eu quero opiniões, claro, porque vocês também devem ter suas preferências.
Por que 7? Porque eu sempre fui com a cara do número sete, não sei o motivo, então vamos à lista:

Da magia à sedução
Filme lindo com Sandra Bullock AND Nicole Kidman que fala sobre bruxas boazinhas enfeitiçando um cara. Me encantou desde a primeira vez que vi, com o perdão do trocadilho. Já contei que eu queria ser bruxa quando era criança? Ainda tenho que falar dos cabelos das duas divas que são meu modelo de perfeição capilar - ó a ruivice da NK. E a cena em que a Sally assopra as velas pra acender é a minha preferida. Quer ver ou rever? Aguarde a próxima Tela de Sucessos ou afins, sempre passa.

Como se fosse a primeira vez
 Comédia boba, tá. Mas tem um significado todo especial além da ideia de conquistar seu amor todo santo dia. Foi o primeiro filme que vi com meu namorado/marido quando a gente ainda estava na escola durante um festival de Dia dos Namorados. Marcou. E a música dos Beach Boys falava tudo que a gente sentia naquela época. Hoje, o final é feliz, estamos juntos e dividindo uma casinha, só nós dois. Quer ver ou rever? Esse costuma passar na Temperatura Máxima ou Tela Quente, aguarde o próximo fim de semana.

As Vantagens de ser invisível
Ok, deve ser o preferido de todo mundo, mas é meu também, o que é que tem? Eu assisti há pouco tempo, mas foi profundo. Me deixou com um aperto no peito, uma coisa boa e ruim ao mesmo tempo que só os melhores filmes conseguem fazer. Sem contar que o elenco é maravilhoso - tem Emma Watson! - e um plus é a participação da eterna Rose (Two and a half Men). rs
Trilha sonora, nota 1000 pra fechar com chave de ouro.

O Orfanato
É, é um filme de terror sim. É que esse filme me surpreendeu muito. É um filme nada previsível e ainda por cima foge do comum por não ser americano, até falei sobre ele nesse post antiiiigo. Depois de ver esse filme, todos os outros filmes de terror ficaram sem graça, a não ser A Chave Mestra que eu também adoro. Esse aqui você não vai encontrar na TV, pode ter certeza. Procura pelazinternet da vida aí que você acha.









Nosso Lar

É um filme espírita, pra quem não sabe e é baseado no livro de mesmo nome. Já li o livro, mas quando vi o filme aconteceu um daqueles momentos em que você deseja que não tivesse ninguém por perto pra ver: tive uma crise de choro. No cinema. Ele é lindo assim mesmo e vale muito a pena ver porque é nacional, muito bem feito e com uma mensagem mais que linda, libertadora. Curiosidade: a Professora Helena de Carrosel (Rosanne Mulhollandtrabalhou nesse filme. Parece que está passando lá pelo Telecine, se lhe interessar. É lindo de chorar. Literalmente.


Alice no País das Maravilhas (da Disney)

Eu amo o Tim Burton e suas maluquices, mas o desenho da Disney marcou demais a minha infância. A primeira memória que me vem a cabeça quando penso nesse filme é a noite de Natal e eu assistindo Alice. Que pena que não passa mais, ainda bem que recentemente comprei o DVD e posso assistir na hora que eu quiser. Lá lá lá lá lá. A Alice é a criança mais inteligente do mundo na minha opinião e o livro é muito legal, leiam se puderem - eu já tenho também. Amo tanto que pretendo fazer uma tatuagem em breve, mas ainda não sei o que exatamente.


Bonequinha de Luxo

Aham, eu sei, você também ama a Audrey, quem não ama? Esse filme é só um dos que eu amo dela. Mas é mais importante porque foi o primeiro que comprei em DVD e porque sempre alegra meus dias tristes. Como alguém pode ficar triste vendo uma pessoa tão espontânea, não é? A cena em que Audrey canta Moon River é a mais linda.







Poxa, já contei 7 filmes e ainda nem falei de Harry Potter... Só pra constar, a franquia HP inteira fez parte de toda a minha infância/adolescência solitária, então fica como menção honrosa aqui na lista, tá.
Achei super difícil falar só 7 filmes, estou mais pra 50, mas ninguém iria aguentar ler tudo. 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Medo de Intimidade parte 2

Como vocês devem ter percebido no post anterior, tive dificuldades para expressar o meu incômodo com minha falta de certas habilidades sociais. Graças a Renata, essa linda que sabe tudo de tudo - pelo menos é essa a impressão que tenho, Rê, beijo! kkkkkk - li esse texto incrível da Mariana Perroni (não sou eu) na revista TPM que me ajudou a entender melhor essa minha mente confusa.
Sabe aquele momento da conversa em que acabou o assunto e fica um silêncio "constrangedor", então, eu gosto desse silêncio, pra mim ele é normal e além do mais, eu já tenho tantos pensamentos fazendo barulho na minha cabeça ao mesmo tempo que não é preciso mais nada. Só que eu nunca parei pra pensar que isso tem nome, mas agora sei.

O link é esse, o original tá aqui mas transcrevo aqui essa pérola do auto-conhecimento e acredito eu que não serei a única a dizer: sim, eu sou uma introvertida.


Você conhece alguém que precisa passar algumas horas sozinho ao longo do dia? Que adora conversas calmas sobre idéias ou sentimentos, que é capaz de fazer uma memorável apresentação para um público grande, mas que parece desajeitado quando tem que puxar papo com alguém? Que tem que ser arrastado para festas e depois precisa do resto todo do dia para se recuperar de tanta interação? Que rosna, grunhe ou estremece quando se vê rodeado de pessoas sendo gentis e puxando conversa fiada apenas para tentarem ser legais?
Você diz para esta pessoa que ela é "muito séria" ou pergunta se ela está bem? Diz que ela é distante, arrogante, rude? Ou toma isso tudo como desafio pessoal e redobra os esforços para "conquistá-la"?
Se você respondeu SIM para alguma das perguntas, é bem provável que você que tenha um introvertido em suas mãos. E que não esteja lidando com ele corretamente. Nos últimos anos, a ciência aprendeu bastante sobre os hábitos e necessidades dos introvertidos. Até mesmo tomografias já mostraram que o cérebro dos introvertidos processa a informação de maneira diferente que o das outras pessoas (não, eu não estou inventando isso). Se você não sabia disso, fique tranquilo. Você não está sozinho. Introvertidos podem ser comuns, mas eles também são um dos grupos mais incompreendidos na América e, possivelmente, n o mundo todo.
Eu sei disso. Meu nome é Jonathan. E eu sou um introvertido.
Neguei isso por anos. Afinal, eu tenho boas habilidades sociais. Eu não sou rabugento ou misantropo (normalmente). Estou longe de ser tímido. Eu amo longas  e apaixonadas conversas sobre interesses ou idéias. Mas, finalmente, eu me descobri e saí do armário para meus amigos e colegas. Ao fazer isso, libertei-me de um número enorme de preconceitos, estereótipos e equívocos. Agora eu estou aqui para dizer o que você precisa para saber para lidar, de forma delicada e embasada, com familiares, amigos e colegas introvertidos. Lembre-se: alguém que você conhece, respeita e interage todos os dias é um introvertido. E você provavelmente está deixando essa pessoa louca. Vale a pena aprender a identificar os sinais de alerta.
O que é a introversão? O conceito vem lá de 1920 e do psicólogo Carl Jung. Hoje, é um pilar de testes de personalidade, incluindo o amplamente utilizado Myers-Briggs. Introvertidos não são necessariamente tímidos. Pessoas tímidas ficam ansiosas ou amedrontadas em contextos sociais. Os introvertidos não. Introvertidos não são misantropos, apesar de alguns de nós concordarmos plenamente com Sartre quando ele diz que "O inferno são os outros no café da manhã.". Os introvertidos acham outras pessoas cansativas.
Os extrovertidos são energizados pelas pessoas, e murcham ou desaparecem quando estão sozinhos. Eles parecem ficar entediados quando estão sem companhia. Deixe um extrovertido sozinho por dois minutos que ele vai logo pegar o celular. Em contraste, depois de uma ou duas horas de socialização,  nós introvertidos temos a necessidade de desligar e recarregar. Minha própria fórmula é, para cada hora que socializei, preciso de umas duas horas sozinho. Isso não é ser anti-social. Não é um sinal de depressão. Nemt exige tratamento medicamentoso. Para os introvertidos, estar a sós seus pensamentos é tão revigorante como o sono e tão prazeroso como comer. O nosso lema é: "Eu estou bem, você está bem - em pequenas doses."
Quantas pessoas são introvertidas? Procurei no Google. A resposta: Cerca de 25 por cento. Ou "menos da metade da população". Ou, minha resposta favorita, "uma minoria das pessoas normais, mas a maioria das pessoas talentosas".
Os introvertidos são incompreendidos?  Descontroladamente. O que parece ser nossa maldição. "É muito difícil para um extrovertido entender um introvertido", dizem os especialistas em educação Jill D. Burruss e Lisa Kaenzig. (eles também são a fonte da citação no parágrafo anterior). Extrovertidos são fáceis para os introvertidos de entender. Eles passam a maior parte do  tempo querendo mostrar para as outras pessoas (frequentemente de forma expansiva e inescapável) quem são.  Eles são tão inescrutáveis como fofos cachorrinhos. Só que isso não é uma via de mão dupla. Os extrovertidos têm muito pouca ou nenhuma noção do que é introversão. Eles acreditam que a companhia, especialmente a deles, é sempre bem-vinda. Eles não conseguem imaginar o porquê  de alguém precisar ficar sozinho. Na verdade, eles se ofendem só de pensar nisso. Nas vezes em que tentei explicar isso para os extrovertidos, eu nunca senti que algum deles realmente compreendeu. Eles escutam por um momento e logo voltam a latir e pular.
Os introvertidos são oprimidos? Eu teria que dizer que sim. Os extrovertidos estão em absoluta maioria na política, uma profissão em que só os tagarelas realmente parecem se sentir confortáveis. Olhe para George W. Bush. Olhe para Bill Clinton. Eles parecem ganhar vida apenas quando estão cercados de outras pessoas. Introvertidos não são considerados naturais na política.
Dessa forma, os extrovertidos dominam a vida pública. E isso é uma pena. Se introvertidos governassem o mundo, ele seria, sem dúvida, um lugar mais calmo e mais pacífico. Como Calvin Coolidge supostamente disse: "Quatro quintos de todos os nossos problemas nessa vida desapareceriam se nós simplesmente sentássemos e mantivéssemos a calma".
Com seu apetite infinito por atenção e pelo discurso, extrovertidos dominam também a vida social e fazem com que as pessoas tomem que esse tipo de comportamente como natural. Em nossa sociedade, ser considerado extrovertido é considerado normal e, portanto, desejável. É um sinal de felicidade, confiança, liderança. Os extrovertidos são vistos como generosos, vibrantes, quentes, empático. O introvertido é descrito com palavras como "contido", "solitário", "reservado", "taciturno", "privado", palavras que sempre sugerem negatividade. Suspeito que as mulheres introvertidas devem sofrer mais ainda. Um homem introvertido até consegue se safar e ser tido como forte e quieto. As mulheres não têm isso. A chance delas serem tidas como desinteressadas, retraídas e até arrogantes é maior do que com os homens.
Os introvertidos são arrogantes? Dificilmente. Suponho que este equívoco comum aconteça porque somos mais inteligentes, mais reflexivos, mais independentes, mais equilibrados, mais refinados e mais sensíveis do que os extrovertidos. É, provavelmente,  nossa falta de saco para puxar papo que os extrovertidos confundem com desdém. Nós tendemos a pensar antes de falar, enquanto os extrovertidos pensam falando (razão pela qual suas reuniões nunca duram menos de seis horas).
O pior de tudo é que os extrovertidos não têm idéia do tormento que nos causam. Às vezes, enquanto tentamos respirar em meio à poluição daquele discurso prolixo e com 2% de conteúdo relevante, nos perguntamos se os extrovertidos já pararam para ouvir eles mesmos. Ainda assim, suportamos estoicamente. Porque os livros de etiqueta (provavelmente escritos por extrovertidos) dizem que lacunas numa conversa são algo estranho e desconfortável.
Nós só podemos sonhar que um dia, quando a nossa personalidade for mais amplamente entendida e quando um Movimento Pelos Direitos dos Introvertidos tiver nascido, não será mais indelicado dizer "Você é uma pessoa maravilhosa e eu gosto você. Mas eu sou introvertido. Então, por favor, suma agora."
Como posso fazer com que o introvertido saiba que eu o apóio e respeito a sua escolha?
Primeiro, reconhecer que não é uma escolha. Não é um estilo de vida. É uma orientação.

Segundo, quando você vir um introvertido perdido em pensamentos, não diga "Qual é o problema?" ou "Você está bem?".
Terceiro, não diga mais nada.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Medo de intimidade

Como é que se faz amizade, gente? Acho que desaprendi. Não é bem isso que eu quero dizer, não. O problema é o seguinte: tenho medo de ficar íntima das pessoas. Que complicado isso, não estou conseguindo me explicar direito. O caso é que tenho medo de ser incoveniente, entendeu? Acho que agora sim me expliquei.
Quando assisti As Vantagens de Ser Invisível me identifiquei totalmente e acredito que não fui a única. Quem nunca se sentiu invisível? Mas a pergunta que não quer calar em mim é: quem é meu/minha melhor amigo(a)?

Charlie, você é minha versão masculina sem os problemas psicológicos?

Adoro conhecer gente nova, conversar, sair junto e tal, só que em certo ponto eu travo, não consigo ser íntima dos meus conhecidos por pura vergonha de talvez estar fazendo uma pergunta indiscreta ou me metendo em assunto que não é da minha conta. Isso é só comigo ou acontece com mais alguém aí? Conto nos dedos as pessoas que eu posso falar sem vergonha que está com cecê ou chulé, que abraço sem me sentir constrangida, que digo que amo. E se eu pensar bem, não sei dizer quando foi a última vez que disse que fiz um amigo, apenas colegas. Meu caso já é pra terapia, isso é timidez, é egoísmo mesmo, é normal?
Quero opiniões.

Sem mentira, tocou essa música enquanto eu escrevia e até que tem a ver, né.

"Você não parece comigo
E nem parece meu amigo"

 Só por isso. 


sábado, 6 de abril de 2013

Me satisfaço com muito

Eu tenho problemas com o tipo de sociedade em que vivemos. Esse modelo consumista não me favorece, sou ansiosa por natureza e ver tanta novidade ao mesmo tempo me deixa com os nervos a flor da pele. Quem inventou essa história de que temos que ter tudo novo o tempo todo? Não quero mais isso não.
Eu quero é ter aquilo que me satisfaz. O que será que me satisfaz? Estou pensando nisso agora e vou fazer uma lista.

  • meu amorzinho
  • meus gatos
  • livros
  • chocolate
  • meu player de música
  • pipoca com bacon, se for salgada e com Nescau, se for doce
  • meu travesseiro
  • minha mãe
  • conversar com gente inteligente
  • filmes
  • meu sofá
  • sorvete com muita - eu disse muita - calda de chocolate
  • queijo
  • hidratante com cheirinho de lavanda da Johnson&Johnson
  • passar o dia jogando The Sims
  • ouvir risadas sinceras
  • dizer que alguém me faz feliz
  • ouvir que faço alguém feliz
  • um abraço num dia difícil
  • dia de chuva e frio
  • cheiro de natureza
  • cheiro de chuva
  • massagem no pé
  • a brisa do fim de tarde
  • o cheiro do amorzinho *-*
  • dormir até acordar sozinha
  • a certeza da vida após a morte - sim, eu acredito
  • yoga
Vou parar por aqui por que a lista acabou ficando grande e eu nem me esforcei muito. Aí está a prova de que o resto é supérfluo, como em O Pequeno Príncipe, "o essencial é invisível aos olhos".
E pra terminar, uma música da Regina Spektor que me faz sentir melhor, como diz o título e também porque queria ir no show dela dia 11.


segunda-feira, 1 de abril de 2013

EAD - Sim ou Não?

Como eu falei em um outro post, agora sou aluna de Letras. \o/
O que eu acho que não falei é que meu curso é à distância. E vocês podem estar pensando agora a mesma coisa que eu pensava antes: deve ser uma droga. Mas não é, gente. Que tal uma lista de prós e contras estilo Rory Gilmore?

Prós

Horário flexível - Não ter horário fixo para estar nas aulas me dá mais liberdade, já que não tenho hora certa de sair do trabalho.
Disciplina - Quem não tem hora para estudar não estuda, então é preciso criar uma rotina para aproveitar as aulas e não deixar tudo pra semana de prova.
Didática diferenciada - Com o ensino à distância você tem o material do curso, mas fica livre para fazer suas próprias pesquisas.
Conceito - No meu caso, o curso de Letras é da UFF, então eu não estudo fisicamente lá, mas o currículo é basicamente o mesmo. Então sou aluna da UFF/Cederj.

Contras

Horário flexível - Sim, também é um ponto contra, porque você sabe, chega cansada do trabalho, tem que fazer janta, dar uma olhadinha do Facebook... E quando vai ver, meia noite e nada de estudar.
Estudar sozinha - Eu não sou a pessoa mais sociável do mundo, mas sinto falta daquelas conversas de colegas (tô falando das conversas edificantes, sobre cultura e a matéria em si, não de fofoca, que eu detesto). Isso se resolve fazendo grupo de estudos, coisa que já está nos meus planos.
Fala do professor - Isso é muito pessoal, sinto falta de ver e ouvir o professor, sabe, da explicação de diferentes formas. Resolvo esse problema nos dias de tutoria presencial e também na tutoria virtual.

Como ainda estou no meio do primeiro período, ainda não pude ver todos os aspectos, então isso é o que eu posso dizer até agora.

Acima de tudo tenho que enfatizar que o conteúdo do curso é maravilhoso e estou adorando ter tomado essa decisão ao invés de esperar ter tempo para um curso presencial. Recomendo totalmente, desde que a instituição de ensino seja séria e confiável como a minha. E desculpem pela extensão do post.