terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Sobre controle, carros e café


Ontem foi um dia muito legal. Eu senti uma coisa que não sentia há um bom tempo: a sensação de ser bem sucedida em um desafio. Não era pra ser nada de mais, era só a prova prática pra tirar a habilitação, mas como essa prova me deu dor de cabeça...

Essa foi a minha terceira tentativa (já vi gente tentando mais vezes) e eu só tinha essa chance antes de precisar pagar tudo de novo. Das outras vezes eu fiquei tão nervosa que não conseguia pensar direito, juro que nunca me senti assim nem mesmo em situações de perigo. Meu corpo tremia e meu coração batia tão forte que eu não conseguia me concentrar em mais nada. Na segunda vez eu pensei até que fosse passar mal e fazer vergonha. Os meus pensamentos eram "como você pode ser tão ridícula de ficar com medo disso, você tem o conhecimento e a capacidade pra fazer isso!", mas meu corpo não me pertencia.

Ontem finalmente eu dominei essas sensações tão estranhas, minha mente talvez nunca tenha ficado tão focada quanto na hora da prova. Eu era uma motorista confiante (talvez só um pouco mais tensa do que o normal) e tudo correu bem. Quando meu instrutor abriu a porta e perguntou se eu passei, olhei para o examinador e ele disse que sim.  Não sei descrever o que eu senti. Parecia que um longo ano estava concluído, um longo problema, um fardo, tinha sido tirado de mim, aliás, que eu tinha sido capaz de tirá-lo, o que é muito melhor. Eu fiquei às voltas com essa história o ano todo e cheguei a duvidar de que fosse conseguir fazer uma coisa tão simples que um monte de gente consegue todo dia. E nem era por não ter habilidade, era por não conseguir me controlar. Ontem eu me senti no controle, acho que é isso. Mesmo que por um instante, mesmo que somente do meu corpo e da minha mente. Isso é tudo que a gente pode conseguir de controle na vida, afinal.

E eu percebi que eu quero mais momento assim: onde eu consiga me sentir dona de mim.

A partir de semana que vem eu terei a bendita carteira (mesmo sem ter carro, rs) e ela vai ser um lembrete de que eu posso mais do que acho que sou capaz, mesmo que isso seja muito clichê.

E o mais incrível é que eu tenho certeza que só consegui ficar calma porque não tomei café antes da prova, seria essa uma descoberta para abalar minha fé no café?

A comemoração sutil

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

A Bailarina Fantasma


Quando eu soube que ia participar do Book Tour da Editora Biruta e o livro seria A Bailarina Fantasma, fiquei empolgada. Um livro que tem bailarina e fantasma no nome tem que ser interessante. E é.

A Socorro Acioli escreveu uma história linda, delicada, simples e emocionante. Em poucas páginas eu me senti dentro do Theatro Municipal José de Alencar (com th sim) e fiquei imaginando a imponência dessa arquitetura e pensando em como foi fácil acreditar que toda a história poderia ter sido real.

O livro conta a história de uma menina chamada Anabela, que mora com o pai em uma linda casinha em Fortaleza e tem sua vida virada do avesso quando ele começa a trabalhar na reforma do Theatro. Acontece que lá ela encontra uma bailarina vestida de azul que ninguém mais vê e que tem uma linda e triste história pra contar a Anabela. Então sem mais delongas somos imersos em uma outra história que aconteceu há muitos anos atrás, quando o Theatro ainda estava sendo consrtuído e ficamos torcendo pela bailarina fantasma, que se chama Clara, e por um final feliz.

Marcador e aviso de porta que todos os participante vão ganhar, esses são meus

A narrativa do livro é bem simples e delicada. Em alguns momentos vira uma investigação, quando a amiga de Anabela, Luciana, decide investigar essa história de fantasma no Theatro, contando os relatos de pessoas que também viram a triste bailarina. Em alguns momentos senti que estava lendo uma verdadeira poesia em prosa, de tanta fluidez que o texto tem. A história é curta, coisa de se ler em um dia, mas a sensação no final é de contentamento, de ter lido algo especial.

O livro em si é uma belezinha, todo rosa, com fotos de detalhes do Theatro José de Alencar ilustrando os momentos dos personagens, ele mesmo é um personagem do livro, cheio de mistérios e carregando histórias em seus anos de vida. As folhas são bem grossas, dá até medo de virar a página e estragar o livro e os capítulos são divididos em atos, como em uma peça de... teatro.

Um detalhe do Theatro José de Alencar

Páginas decoradas

Bom, agora que falei do livro, quero avisar que ele vai seguir viagem para o Rio Grande do Sul, onde vai encontrar a Kamila, do blog Vício de Leitura. Espero que ela goste tanto do livro quanto eu e peço mil desculpas aos participantes por ter atrasado a resenha e o envio do livro por causa das provas na faculdade. Não me odeiem, amem a Socorro Acioli.

Envelope onde vieram uma cartinha e os marcadores

Obrigada Editora Biruta pela experiência de ler um livro e passar adiante, quando a gente é apegada acaba ficando egoísta, mas o conhecimento e as coisas bonitas tem que ser compartilhadas, se não perdem o sentido.

Livro: A Bailarina Fantasma
Autora: Socorro Acioli
Editora: Biruta

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Shampoo a Seco Cless Charming

Entre manter meus cabelos na cabeça e ainda segurar a cor, venho procurando alternativas para lavar menos, danificar menos e cuidar mais. Desde o surgimento do tal shampoo a seco que procuro o danado pra testar - não procurei muito longe, é bem verdade, mas procurei por aí - e finalmente me decidi a comprar um.

Eu queria mesmo era o Batiste, o queridinho de todo mundo, mas pra achar ele eu teria que me aventurar pelos lados da Tijuca ou do Centro do Rio e confesso que a preguiça tá me vencendo. Como não fui tão longe, achei o da Cless Charming, marca que eu gosto bastante quando se fala em mousse e spray de cabelo, usei e vou contar o que achei.
SPOILER: Não gostei do bichinho.

O cheiro é bonzinho, ele não fica branco, como outros que já li resenha, mas quando passei também não senti o cabelo mais limpo. O preço foi mais ou menos uns 17 reais, nunca guardo a nota, mas pelo pouco que ele faz achei caro.

Eu uso assim:

Borrifo o produto na raiz como mandam as instruções, o cabelo fica com sensação de estar molhado, aí esfrego e ele dá uma leve textura no cabelo. Penteio depois. Na hora parece que dá uma leve melhorada no aspecto, mas nada extraordinário, não sei dizer se eu esperei demais do produto ou se é muito ruim o shampoo a seco em questão.

Ele não tirou o cheiro de sujeira e tal, só na hora que passa é que fica cheirosinho, em meia hora já está tudo igual a antes e o cabelo fica bem pesado, o que eu nem acho ruim, já que tenho o cabelo fino, mas também não fica com sensação nem aparência de limpo, ou seja, não atendeu ao propósito do produto. Meninas que conheço e usaram também não gostaram, umas dizem até que sentiram o cabelo ficar duro, como com spray, mas não foi meu caso.

Tirei foto hoje pra mostrar, ignorem essa raiz aparecendo, eu juro que ontem ela não estava aí.




A iluminação do meu banheiro, como sempre deixando meu cabelo loiro...

Como demorei uma eternidade pra fazer esse post, já até achei o Batiste em uma farmácia quando já não tinha mais esperanças, então aguardem que vou usar esse danado e conto se gostei (espero gostar porque essas coisas custam dinheiro, aff).

Se alguém já usou, conta pra gente. Produto de cabelo é um negócio que age diferente pra cada um, deve ter alguém que gostou do resultado, né?

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Especial Halloween feat Dia Nacional do Livro - Livro de terror

Como eu não tô tendo tempo pra atualizar o blog, esse post é um 2 em 1. Minha homenagem ao Dia Nacional do Livro - hoje, 29 de outubro - e uma lembrança de que na sexta é Dia das Bruxas, vai que não dá tempo de botar outro post no ar até lá. Eu queria fazer vários especiais, mas os dias estão voando e eu trabalhando demais. Então aqui vamos nós.



Pra quem gosta de entrar no clima de terror, recomendo a leitura do livro Histórias Extraordinárias de Edgar Allan Poe. O livro tem contos com um toque de morbidez e também de humor de vez em quando, como o da defunta que parece morta, mas nem tanto. o.O

Outro conto é o do gato preto, acho que é um clássico esse, pelo menos tive a impressão de já ter ouvido essa história em algum lugar quando li, mas até hoje não sei onde foi.

A cada história você consegue sentir o clima sombrio criado pelo autor e o mais legal é que todo o terror criado nas histórias parece estar na verdade na cabeça dos personagens e a gente fica na dúvida se de fato aconteceu de verdade ou o personagem ficou louco, esse recurso é muito usado em histórias de terror, né, Stephen King é mestre, mas arrisco dizer que ele aprendeu com o Poe, só não tenho certeza porque não googlei com afinco. hehe

Porém...

encontrei esse vídeo que é uma batalha de rap entre Stephen King e Edgar Allan Poe, mas está legendado em inglês pra quem entende, achei bem engraçado.


Então é isso, crianças. Feliz Dia das Bruxas pra vocês, caso a gente não se fale até lá e aproveitem bastante as festinhas e o clima, lá no trabalho tá tudo lindo, enfeitado com coisinhas assustadoras e teias de aranha falsa. Amo isso, gente.

Até.


Livro: Histórias Extraordinárias
Autor: Edgar Allan Poe
Editora: Companhia de Bolso

terça-feira, 14 de outubro de 2014

25 - número ímpar é mais legal - e reflexões sobre a vida


Antes um alerta: esse post pode conter níveis alarmantes de nonsense ou autoanálise porque meus pensamentos estão rolando desenfreados o dia todo.

Para quem acredita em inferno astral, eu acabei de sair do meu, hoje completo 25 primaveras, que eu prefiro que sejam invernos apenas pelo tempo mais ameno. Como eu não sou dessas que fica super animada, hoje tô aqui vivendo um dia normal - aniversário nunca mais será a mesma coisa tendo que trabalhar -, inclusive postando no blog, ó que responsável que eu sou.

Não me julguem por demonstrar uma alegria contida, sim, estou viva, sim, tenho uma vida legal, graças a Deus. Se tem um momento bom para refletir a vida - depois do Ano Novo - é aniversário. Você vê um ano a mais na contagem progressiva da vida e acaba exigindo mais de si, afinal o tempo é curto e o mundo é grande.

Se você pensou que eu ia falar das coisas materiais que ainda não tenho, não é isso não, hein. Aos poucos eu estou compreendendo que nessa vida nada é meu, é justamente o contrário disso que eu estou desejando agora: acredito que tenho um espírito encarnado para aprender e não posso deixar de me decepcionar com meu desempenho até agora. Admiro muito as pessoas que conseguem se colocar no lugar do outro e realmente estão fazendo a diferença no mundo, isso eu ainda não faço. Então o meu desejo na hora de apagar as minha velinhas esse ano - velinhas imaginárias porque não teve bolo, eu falei que trabalhei hoje? - é aprender.
Aprender a amar, a cuidar, a me abnegar, essa é a lição mais difícil, amiguinhos. Na teoria parece fácil, mas na hora do vamos ver é um tal de "eu estou sendo boba, estão se aproveitando da minha  boa vontade" e coisas idiotas assim. A verdade é essa e ouço a resposta toda vez que me pergunto porque nunca estou satisfeita: está faltando me doar, está faltando trabalhar pelos outros.

O mundo tá aí do jeito que está e eu não quero sair dele sem contribuir pra melhorar um pouquinho. Estou me comprometendo aos 25 anos a ser melhor, a ser mais luz, mais paz, mais conforto para os outros. E agradeço a quem tem sido isso tudo para mim, às vezes é tão fácil tocar a vida de uma pessoa que quem foi instrumento de amor nem percebeu o próprio ato, basta manter o coração aberto.

E aí está: eu ia reclamar, mas me senti tão grata pela minha vida nesse momento que enquanto escrevia acabei falando de outra coisa. Esperar uma vida sem problemas é esperar uma vida sem aprendizado, eu sei, então o melhor é tirar de cada problema uma lição, de cada situação um pensamento de amor e gratidão.

Bom, é isso, obrigada por terem lido até aqui e obrigada a quem me mandou mensagens sinceras de luz, amor e paz. 


"A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciência do tempo perdido." - Chico Xavier


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Mudei o tom do cabelo - Yellow 8.4 + 8.66

Eu quase nunca falo da cor do meu cabelo, apesar de saber que a maioria dos acessos de busca vem de termos como ruivo, ruiva, acobreado, etc por causa do post sobre o Encontro das Ruivas. Ontem eu mudei o tom do meu cabelo e resolvi contar pra vocês como e por que resolvi mudar.

Quando eu escolhi a minha tinta - 8.4 da Yellow - estava decidida a ficar naquele tom e fiquei durante um ano, só mudei um pouco porque passei a usar o mix 0.43 da Color Perfect misturado com a tinta. O problema é que esse tom da Yellow quando desbota puxa para o amarelo - ó que surpresa, o nome já denunciava - e eu fico com cara de quem pintou de loiro e não deu certo. Como tonalizantes são irritantemente temporários e não duram nem 2 lavagens no meu cabelo, já estava resolvida há um tempinho a mudar um pouco.

A ideia era fazer algo que ficasse parecido com esse cabelo aí da foto, mas eu também morria de medo de ficar vermelho demais. Comparando agora, o meu ficou muito menos avermelhado, mas isso é bom, se não eu ia acabar me arrependendo. Quem sabe numa próxima vez eu me arrisco ainda mais.



Primeiro mudei a ox de 30 para 20, mas não pegou direito no meu cabelo, ainda não entendi porquê. Então depois de pensar muito, eu corajosamente comprei um tubo de 8.66 da Yellow com a intenção de misturar um tiquinho na minha 8.4 de sempre. Ontem usei essa mistura no cabelo e vim mostrar o resultado.

Antes, desbotado
Depois, lindo. rs


























Gostei muito da cor que ficou, eu queria que escurecesse um pouco e ficasse um nadinha avermelhado e foi mais ou menos isso que consegui. Acredito que quando eu  lavar vai ficar ainda mais bonito e estou na expectativa pra ver como vai desbotar. Essa cor me lembrou uma de farmácia da Garnier que eu usei há séculos e também ficava assim, só que o desbotamento era insano, infelizmente não me lembro o tom, mas se eu visse a caixinha me lembraria.

A mistura que usei foi meio tubo de 8.4 + 1 cobrinha e mais um pouquinho de 8.66. Usei um frasco de ox 20 pra ter certeza que ia dar pra pintar tudo.
Tirei foto da mistura pra mostrar como ficou roxa, mas esqueci de passar pro computador. Ô preguiça, vai ficar sem. Era só pra comparar mesmo porque quando é a 8.4 sozinha a mistura fica um bege meio laranja e só quando oxida que fica roxa. Com essa mistura da 8.66 ficou vermelhão logo de cara e em seguida beeem roxo.

Eu percebi que as pontas ficaram mais claras porque antes já estava mais claro mesmo, mas nada desesperador. Eu não sou muito certinha, então não ligo pra essas coisas. E na sombra e dentro de casa ele está mais escuro que nas fotos, mas no sol está bem aceso. Aproveitei o embalo para cortar a franja que já estava chegando no olho. Desapeguei de vez e estou cada dia gostando mais da franja curtinha, acho que dessa vez até cortei mais curto.


Então é isso, não dá pra falar mais porque tenho que ver como vai desbotar minha misturinha, mas já tô gostando bastante e consegui escurecer sem tirar o tom vibrante. Recebi elogios hoje da cor, então acho que deu certo, né. Ah, também achei que ficou parecido com quando eu misturava a tinta com mix 0.43, só que um tico mais avermelhado, a vantagem - assim espero - é que a tinta desbota menos que o mix.

Daqui a uns dias eu atualizo o post pra dizer como desbotou, ok?

E aí, gostaram da cor? Quem também está na saga ruiva?

terça-feira, 16 de setembro de 2014

A vida dupla dos personagens de série

Este post pode ser chocante para algumas pessoas intolerantes a mudanças. Porque saibam, queridos e queridas, nenhum ator é fiel a apenas um personagem de série pra sempre, por mais legal que o personagem em questão seja. Neste momento aquele seu personagem supimpa, que você usa as falas pra cortar conversas de gente idiota, pode estar vivendo em outra cidade fictícia, com outro nome e outra vida.

Isso mesmo, vamos lembrar atores que estão fazendo séries legais agora, mas que já ficaram marcados por outros personagens há alguns anos. Olha aí.

Donna Pinciotti/Chelsea Newman/ Alex Vause


Tá, você deve ter pelo menos ouvido falar de Orange is the New Black, mesmo que ainda não tenha visto (diga-se de passagem, está perdendo uma série e tanto). Se você assiste sabe quem é Alex Vause, a ex-namorada mais sexy da prisão Litchfield, fiz um post aqui sobre o que achei da série. Mas talvez você já conheça a atriz Laura Prepon da série That ‘70s Show, na qual ela fazia Donna Pinciotti. Entre uma série e outra, Laura ainda interpretou a Chelsea, uma garçonete que não dispensava uma noitada com vodka em Are You There, Chelsea?. Apesar de só ter tido uma temporada eu gostava bastante da série e fico até agora querendo saber o que aconteceu depois do episódio final. A conclusão que eu chego é que com essas três personagens a Laura provou que é linda com qualquer cor de cabelo: ruiva, loira ou morena.

Blossom Russo/Amy Farrah Fowler


Nem depois de pesquisar no Google eu consegui acreditar que a Amy de The Big Bang Theory era a Blossom. Eu achava que era uma atriz muito parecida, mas não pude acreditar que era ela. Ver a atriz depois de tantos anos e tão diferente foi estranho. Blossom foi uma daquelas séries que eu assistia de tarde todo dia antes de ir pra escola e fiquei apegada, sabe. Até voltei a assistir de novo há um tempo atrás pra matar a saudade. Hoje em dia a atriz Mayim Bialik faz a garota estranha que namora o Sheldon, juntos eles são o casal mais nerd da TV, pelo menos eu acho.

Rayna James/Vivien Harmon


Connie Britton tá aí, brilhando maravilhosa com seus cabelos strawberry blond em Nashville, mas há pouquíssimo tempo atrás ela era a protagonista da primeira temporada de American Horror Story. Aquela, a melhor, a mais sinistra temporada cheia dos fantasmas pela casa amaldiçoada. Logo depois de terminar AHS, onde fazia a Vivien, ela virou Rayna James, cantora diva do country. Nem sei de qual das duas séries gosto mais, pra mim nem tem conflito porque amo as duas personagens.

Brooke Davis/Erin Lindsay


One Three Hill ou Lances da Vida está longe de ser uma das minhas séries preferidas (aliás, nunca engoli o Chad Michael Murray em papel nenhum), mas o rosto da atriz Sophia Bush é quase inesquecível. Na série ela era a Brook, uma líder de torcida apaixonada pelo mocinho. Em Chicago P.D., série que ainda está na primeira temporada e é um spin off de Chicago Fire, a atriz é a detetive Erin, da unidade de inteligência da polícia. Que melhora...

Robert Chase/Matthew Casey


Antes de mais nada, tenho que dizer nossa, que homem é esse! Eu to apegada aos dois personagens do Jesse Spencer porque ainda assisto House quase diariamente e também vejo Chicago Fire. E ele é legal nas duas séries, sendo um médico puxa-saco, sensível e mulherengo ou sendo um bombeiro romântico, cheio de caráter e coragem. Onde que assina pra levar pra casa?

Summer Roberts/Zoe Hart


Nunca vou superar que a Rachel Bilson não é mais a Summer, pra mim ela sempre será a namorada do Seth Cohen. Aliás, nem assisto Hart of Dixie que é pra não estragar minhas lembranças. Mentira, não assisto porque tem outras séries na fila, mas vi o trailer e acho que ela vai passar na frente de algumas. Nessa série a Rachel faz a protagonista Zoe, médica recém-formada que vai parar numa cidade pequena pra aprender a ser gente.

Ryan Atwood/Jim Gordon


Pra fechar essa lista que poderia ser muito maior, ele, o eterno garoto de Chino, Ryan Atwood. The O.C. em apenas 3 temporadas (porque a última foi uó e eu não consegui assistir) foi tão importante em tantos aspectos da minha vida e o Benjamin Mackenzie era tão fofo, tão herói, tão... cool nessa série que ele deveria interpretar o mesmo papel pra sempre, só que na minha vida. O menino sumiu e agora me aparece fazendo nada mais nada menos do que o detetive de Gotham, série do universo do Batman. Nem estreou ainda, mas o trailer me deixou curiosa e mesmo que seja ruim, teremos Benjamin, ou Ryan, quer dizer Jim Gordon.

Tem mais um monte de atores que emplacaram séries diferentes com personagens marcantes, se eu fosse colocar todos ia ficar uma lista gigante, mas contem aí, quais personagens vocês amam e o que os atores que interpretam eles estão fazendo agora?


Acho que vale até fazer um cross entre série e filme, esse assunto rende muito. Até mais.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Motivos para assistir O Poderoso Chefão



É verdade, eu confesso que nunca tinha assistido O Poderoso Chefão antes. Aliás, esse nome é uma daquelas traduções horríveis pra título de filme. The Godfather, o nome original tem muito mais significado na história.

Graças ao Netflix, que sempre me proporciona oportunidades de assistir coisas que de outra maneira eu nunca teria paciência pra assistir, agora eu posso dizer que amei o filme e recomendo muito pra quem ainda tem preguiça, como eu tinha. Já assisti as partes 1 e 2, mas a 3 ainda não deu tempo de ver. Eu pretendo comprar em DVD em breve, mas quem quiser assistir não vai ter muito trabalho não, há poucos dias mesmo estava passando em um canal de TV a cabo que eu não lembro o nome, então quem não tem Netflix pode ver a programação dos canais a cabo e além dessa opção, tem toda a internet como campo de busca.

Aí você deve estar se perguntado “tá, mas pra que assistir a um filme com mais de 40 anos, sobre mafiosos?”. O primeiro motivo, o mais óbvio é que o filme é muito bom. Não se deixe levar pelas 3 horas de duração de cada sequência porque vale cada minuto. As cenas são muito bem trabalhadas, inclusive as que não tem fala. É um filme de detalhes também, já que estamos falando de um longa (e põe longa nisso) dirigido pelo Francis Ford Coppola. Dito isso, vamos aos outros motivos.

Não entendi a piada


Um clássico como esse tem que virar referência pra outros filmes e até séries, como realmente aconteceu. Você provavelmente já ouviu uma citação de O Poderoso Chefão sem saber, ou mesmo sabendo de onde era, não conseguiu absorver o significado. Na série Eu, a patroa e as crianças, por exemplo, tem um episódio inteiro cheio de citações sobre o filme quando o protagonista Michael é convocado para participar de um júri no tribunal. A série Community também relembra os mafiosos nova-iorquinos. E Os Simpsons reviveram uma cena do segundo filme também.
Da comédia pro drama, outra série que descaradamente homenageou O Poderoso Chefão foi Breaking Bad, recriando alguns detalhes em cena que só os mais atentos perceberam. E o filme mais recente de Clint Eastwood, Jersey Boys também lembra a família Corleone logo no início.

Imigração e Revolução Cubana


Quando um filme além de ser bem feito ainda te deixa com vontade de aprender história a gente tem que recomendar mesmo. O primeiro filme se passa na década de 60 e a gente fica conhecendo um pouco como era Nova York nessa época, principalmente a comunidade italiana que se instalou lá. Já na parte 2, durante a tentativa de expansão dos negócios da família, Michael Corleone viaja pra Cuba justo quando os revolucionários tentam tirar o presidente cubano do poder. É legal porque a gente vê o outro lado da história, diferente do que a gente lê em livros de história.

Figurinos e ambientação


As roupas de época me fascinam demais e em O Poderoso Chefão tudo foi muito bem escolhido: os ternos dos mafiosos, vestidos de festa espalhafatosos, roupas da moda da época. Sem falar nos penteados cheios de spray (ou laquê, né) das mulheres, principalmente a Kay, primeira dama da máfia. As cenas na rua são lindas também, mostrando as ruas cheias de gente, as barraquinhas de mercadorias, o vai e vem das pessoas e dos carros cheio de palavras em italiano (amo o idioma, um dia ainda aprendo). Sem falar nas cenas da Itália com as paisagens mais bonitas em cenas que eu só posso descrever como “nasci no país errado”.

O papel da mulher


Não vou dizer que O Poderoso Chefão é um filme pra homens porque não acredito nessa classificação, mas preciso chamar atenção para o papel da mulher nesse filme. Abro a reflexão porque muitas pessoas vão dizer que as mulheres foram menosprezadas no filme. E eu digo que sim e não. Certamente não tem uma protagonista feminina em nenhum dos três filmes, mas existem mulheres fortes representadas ali. A única filha mulher da família Corleone, Connie tem um temperamento fortíssimo, mas é deixada de lado pela tradição da família, que não permite que a mulher tenha voz ativa. Ela pode até não mandar matar ninguém, mas tem um papel importante principalmente no segundo filme.

Pra mim a decepção mesmo é a Kay que no começo era uma mulher independente, bem resolvida e mesmo assim se deixa enganar pelas promessas do Michael acreditando que ele conseguiria deixar a vida de crime. O amor é o maior bandido de todos, minha gente. E mesmo quando ela tenta mudar a situação, o poder do homem da casa prevalece e ela fica impotente contra ele. No segundo filme ela é a dona de uma das falas mais chocantes do filme e, olha, meu coração ficou apertado nessa cena, mas não vou contar pra não dar spoiler. rs

Enfim, pra quem, como eu, fica curiosa pra saber como e por que um filme virou um clássico, esse é uma escolha e tanto e repito: vale a pena cada hora investida nele. No meu caso ainda tive a grata surpresa de ver o Al Pacino jovem e bonito que eu nunca antes havia imaginado porque honestamente ele nunca me gerou tal curiosidade. Vai que você gosta também.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Produtos que comprei e amei


Eu quase nunca venho contar sobre produtos que uso porque não vario muito e compro menos ainda. Mas quando tem alguma coisa muito boa eu venho correndo aqui pra falar que vale a pena. Vai que você tá procurando justamente algo assim pra usar.

Há algumas semanas comprei algumas coisas pra pele, cabelo e boca e acho que todo mundo deveria saber que é bom pra usar também, não que minha opinião seja importante pra alguém, mas vou indicar assim mesmo.

Shampoo e Condicionador Oro Argan Bioderm


Eu andava reclamando há uns meses que meu cabelo estava bem feinho, ressecado, só ficava bom no dia da hidratação e depois voltava a ser uma palha. Além disso a tinta não estava agarrando de jeito nenhum, eu passava num dia e na outra semana já estava tudo amarelo. Ruivo já é uma cor que desbota fácil, mas comigo estava absurdo. Eu queria um shampoo que não tirasse nem a hidratação nem o pigmento do meu cabelo. Fui conversar com as amigas ruivas sobre as minhas chateações e recebi a dica do shampoo Oro Argan da Bioderm que não tem sulfato e consequentemente estraga menos o cabelo.
Num fim de semana fui lá atrás do milagroso e dei sorte, achei na primeira loja que procurei, a que eu geralmente compro minha tinta, fica em Caxias. Custou mais ou menos 18 reais e eu comprei o condicionador da linha também, que foi mais ou menos o mesmo preço.

Agora vou falar sobre o que achei.
Como eu não usei antes de pintar e meu cabelo já estava ressecado, ele não ajudou a manter a hidratação antes da tinta pra segurar a cor. Mas mesmo assim o aspecto do cabelo é outro depois que comecei a usar. O shampoo não deixa o cabelo áspero mesmo depois de aplicar duas vezes e isso já é uma diferença e tanto em comparação com todos os outros shampoos que já usei. O condicionador deixa o cabelo macio mesmo e dá até um pouco de peso, mas sem ficar grudado nem caído. Depois de lavado, o cabelo fica com um movimento bem bom. Eu achei que valeu a pena porque percebi diferença logo que usei e nas aplicações seguintes também. Também tenho que falar que o cheiro é daquelas coisas naturais, meio forte, mas sem dar dor de cabeça. Me sinto rica usando ele.
É claro que a linha não faz milagre e eu tô precisando fazer um tratamento poderoso pro cabelo voltar a ficar bonitão, mas pelo que eu vi até agora tenho certeza que ele vai ajudar a manter o resultado quando eu parar com a preguiça e for procurar um cronograma capilar ou até um salão porque tô querendo resultado rápido. Conclusão: aprovado pra mim.

Hidratante Protetor Nivea Controle de Brilho


Antes eu usava um creme da Avon que chamava Balance alguma coisa, era um potinho que tinha creme para o dia e gel-creme para a noite. Infelizmente eu não encontro mais dele junto, só separado e mais caro então resolvi testar outros. Me indicaram aquele Nivea de potinho (não é o da lata azul) e eu comprei, mas não gostei. Inclusive eu acredito ser ele o responsável pela infestação de espinhas e manchas que tá o meu rosto. Não desisti da Nivea e descobri esse Hidratante Protetor que é pra pele mista a oleosa. E me achei nele, ainda bem. A textura dele é bem mais leve do que do outro, espalha fácil e seca, não deixa a pele grudenta. Nem precisa passar muito, com uma gotinha já dá pra espalhar no rosto todo e no pescoço. Achei ótimo e o preço dele, se não me engano foi uns 13 reais. Ou seria 17? Algo assim. Preciso guardar as notinhas da próxima vez.

Batom Mate Ursula Tracta


Ai esse batom! É muito lindo, gente, me segurem que eu não quero tirar mais ele. Sofro quando vou trabalhar porque fico querendo usar, mas não tô usando maquiagem esses dias pra poupar a pele enquanto não vou na dermatologista e como ele chama atenção, não uso porque a coisa tá feia e não quero ninguém olhando pra mim cheia de mancha. Ele é da coleção da Bruna Tavares do blog Pausa para Feminices, que eu acredito que todo mundo conheça.
Matutei a ideia de comprar um batom escuro durante meses, eu queria um parecido com o Diva da MAC, só que mais barato porque não sou rica. Pensei em comprar o Vinhom da Quem disse Berenice?, mas vi umas resenhas e achei que ele era mais cremoso do que mate (fixei ideia nesse negocio de mate e agora não quero saber de outra textura de batom), então quando a Tracta lançou essa lindeza fiquei toda animada.
Há duas semanas, mais ou menos eu comprei e depois de uma saga envolvendo os Correios e seu maravilhoso serviço (peguem a ironia por favor), trouxe pra casa o batom.
A textura dele é mate, mas não é seco como aquele meu outro d'O Boticário que eu falei aqui. É um vermelho escuro, não chega a ser vinho, mas também não é marrom. Ai gente, não sei explicar essas coisas não. Ele não sai tão fácil, mas ainda é cedo pra dizer porque não passei o dia inteiro com ele. Mas a cor é linda, linda, linda e em toda foto que eu posto com ele alguém vem me perguntar qual é. Já recomendei pra um monte de gente. hihi


Bom, esses foram os produtos que eu comprei por esses dias. Não sei se vocês gostam quando eu falo de beleza, até porque sei bem pouco. Como eu disse, só resolvi mostrar mesmo porque são coisas que eu gostei muito e eu recomendaria pra amigas.

Se você gostou, conta pra mim e fala sobre quais os produtos que tem usado ultimamente. Tem algum desses?


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Blog Day - Indicando blogs legais


Hoje é 31/08, um dia muito especial nesse mundinho da internet. Hoje, gente, é o Blog Day, Dia Internacional do Blog. Corri muito - e cheguei atrasada porque esse post foi pro ar depois da meia noite - pra não deixar passar em branco essa data e fazer parte da homenagem idealizada lá no Rotaroots. A ideia é indicar 15 blogs que a gente gosta pras pessoas conhecerem.

Na verdade a minha lista é meio óbvia, a maioria dos blogs que eu acesso é de gente bem conhecida, mas mesmo assim vou falar, porque não custa nada espalhar dica boa por aí. A lista está dividida em 3 categorias, vamu vê?

Blogs que não saem do meu feed

Olha, dífícil essa porque se tá no meu feed eu acesso sempre, então a lista seria enorme. Mas tô considerando aqueles que eu não passo uma semana sem visitar.

2 Beauty  O blog da Marina é muito divertido, é como se a gente estivesse conversando com ela enquanto lê os posts e assiste os vídeos. Além disso as resenhas são super sinceras e também tem A votação: o padroeiro da semana, uma votação temática sobre homens bonitos. Simples assim.

Não provoque  A Paula tem um jeito tão parecido comigo que quando eu vou comentar lá fico me sentindo puxa-saco. Mas é, tem coisas que ela diz que eu só posso assinar em baixo. Blog sem frescura, mas cheio de beleza, a dona é muito cuidadosa e gosta de postar umas fotos muito lindas de coisas simples, ou seja, um capricho só.

A Series of Serendipity  Que agora é só Serendipity. Desafio qualquer um a olhar pra Melina e não gostar dela. O blog é uma fofura só, cheio de fotos bonitas e livros legais. Quando eu estou meio pra baixo, esse é um dos blogs que eu visito pra me deixar mais animada.

Garota It  Basicamente sobre livros. Sigo vários, mas esse é o que eu mais gosto. Me identifico com o jeito que a Pam se apega aos personagens. Tem sempre uma dica legal de livro e por causa dela minha lista não para de aumentar.

Mulher Vitrola  Já faz bem uns anos que conheci a Renata e mais alguns que a gente não se vê pessoalmente, mas eu mato a saudade lendo as peripécias dela no blog. Lá tem a vida como ela é, mas sempre vendo o lado positivo da coisa.

Blogs que eu conheci no Rotaroots

Borboletando  Confesso que o que mais me agradou quando conheci o blog da Victoria foi ela gostar de The Killers, me senti encontrando uma amiga. Além de tudo os posts do twitter dela são sempre divertidos/polêmicos.

Kakau com Limão  A Karina é mãe, blogueira, trabalhadora e vive fazendo passeios culturais. Acompanho blog E instagram sempre.

Sernaiotto  Na verdade eu não tenho certeza se eu conheci pelo Rotaroots ou não. É que tem tantos blogs que eu sigo e também estão lá que eu fico confusa de quais eu já conhecia e quais fui apresentada pelo grupo. A questão é que a Loma é das blogueiras mais legais, sempre me responde e já me ajudou várias vezes com as dicas pra blog que ela dá.

Fluffy  Outro que eu não tenho certeza se conheci ou não lá no Rotaroots. O blog da Gabi é muito fofo, igual a ela e sempre fala sobre os assuntos que eu gosto: filmes e livros. 

Babee  Esse eu tenho certeza que conheci antes, descobri a Babee porque ela é ruiva. rs Na época o blog estava parado, mas agora está com tudo e eu tô sempre lá, mesmo que nunca comente.

Blogs pra sair da rotina

Small Fashion Diary  A Carol é super alto astral e o blog reflete isso muito bem. É de moda, mas ela sempre tem uma solução diferente pras roupas e tal. Inclusive ela tem uma marca própria, a Loja Prosa, cheia de estampas lindas criadas por ela.

Casa de Colorir  Desde que eu me mudei virei fã de vários blogs de decoração e esse é sem dúvida o meu preferido. A Thalita, que é louca por coisas coloridas (óbvio), vive inventando moda com materiais que a gente nem imaginava que dava pra decorar.

Helo Dela Rosa  A Helô gosta de umas coisas meio diferentes, desde comida até séries. Sempre que eu quero conhecer algo meio fora do normal pra experimentar eu dou uma passada lá.

Santa Dieta  Blog sobre dieta de gente da vida real. Com a Vanessa não tem whey, tem comida, tem dia que não dá pra ir pra academia e tem um cachorro muito fofo chamado Guri.

Tá e Daí?  A Ana é tão gente como a gente, sabe. Ela fala palavrão, anda sem maquiagem, aperta o gato até ele ficar com o olho esbugalhado, ri em horas impróprias, tipo eu, tipo você. Ela tem uma história bem legal e os vídeos dela são ótimos.

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Se você reparar na minha lista e acompanhar esses blogs também vai ver que eles tem duas coisas em comum: todas são meninas (coincidência) e todas tem o maior carinho com os leitores, respondem os comentários sempre, tiram dúvidas, são muito simpáticas. Acho que tá aí o segredo do sucesso.
Mas esses não são os únicos não, tá. Tem muitos outros blogs cheios de gente legal assim, pena que não deu pra citar todo mundo. Prometo que logo, logo mostro mais blogs ótimos por aqui.

Pra finalizar quero agradecer a todo mundo que um dia resolveu criar um blog e me ajudou de alguma forma, seja com uma ideia ou com uma sorriso. Espero que a blogosfera cresça e melhore sempre e também espero continuar fazendo parte dela por muito tempo.