quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ao trabalho


Vocês aí já devem ter percebido que o ano já passou da metade né? Ufa, que rápido. Se você entra aqui de vez em quando deve ter percebido também que as postagens estão meio escassas. Isso se deve a minha volta a labuta, quer dizer a labuta de carteira assinada, porque eu nunca parei de trabalhar de um jeito ou de outro nesses meses.

E pra variar eu estava aqui pensando na vida. Não me entendam mal, alívio define quando eu falo de voltar a trabalhar, mas a cada dia que passa eu acho mais estranho esse formato rígido de trabalho que a maioria de nós tem que seguir. Não vou mentir não, bate uma depressão todo dia na hora de acordar cedo (ainda bem que isso vai ser só por um mês) e uma pequena angústia em pensar na obrigatoriedade da presença, de bater ponto, cumprir horários e na pouca flexibilidade das empresas. Quanto mais eu penso, mais eu vejo que não me encaixo bem nesse padrão, nunca gostei muito mesmo de padrões, acho chato.

Se cada um tem um certo período do dia em que se sente mais disposto e ativo, por que é que todos tem que trabalhar no mesmo horário, muitas vezes fazendo mais esforço pra manter os olhos abertos do que pra produzir um bom trabalho?
E ainda no meu caso, soma-se o agravante de ainda não trabalhar com o que eu gosto: livros. Vamos combinar que é muito mais empolgante sair da cama todo dia sabendo que vai passar as próximas horas fazendo algo que gosta. Não é muito diferente de acordar cedo pra viajar: a gente não sente preguiça porque sabe que o que nos espera é muito legal.

Desde o começo do ano venho me preparando pra entrar no área de revisão de textos/livros e não vejo a hora, mas enquanto ela não chega, as contas serão pagas, ainda bem. Estou tentando ser paciente. Vira e mexe, porém, sou tomada de assalto por uma ânsia de mudança, uma crescente vontade de estar em vários outros lugares. Aqui nunca pareceu tão pequeno. A cada dia tenho mais certeza de que quatro paredes já não me contêm.

Esse texto está meio aleatório, me desculpem. É que às vezes eu quero deixar registrado que falei certas coisas. ...que medo eu tenho de passar em branco. 

Uma música que combina com esse post:

The Sweet Escape (feat. Akon) by Gwen Stefani on Grooveshark


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