quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Tag Vida de Gateira


A Renata criou uma tag pra nós, gateiras e eu me entusiasmei porque né, meus filhinhos...
Sem mais delongas porque tá tarde pra caramba, aí vai.

1) Quantos gatinhos você tem?
Eu tenho dois, um macho e uma fêmea, eles são irmãos.

2) Qual nome dele (a)? Quais apelidos?
O macho é Capacete, ou só Capa, para os íntimos, e a fêmea é a Luna.

3) Qual a idade do seu gatinho?
Olha, eu não sei direito o dia que eles nasceram, juro que tinha anotado, mas não sei mais. Só sei que temos três anos aqui em casa e eles também.

4) Como ele (a) chegou até você?
Eu sempre falei que quando tivesse uma casa só minha adotaria gatos porque minha mãe nunca deixou os meus ficarem dentro de casa e perdi todos por isso. Eu sempre peguei os gatinhos na rua pra cuidar, mas não podia deixar eles em segurança e fiquei com isso na cabeça. Poucos meses depois de nos mudarmos pra cá (namorado e eu), minha tia acolheu uma gata e descobriu que ela estava prenha. Quando ela teve os gatinhos, fomos ver e não conseguimos decidir qual levar, eu queria a Luna porque ela era arisca e o Branco queria o Capa porque ele era tímido, decidimos ficar com os dois. Esperamos até eles desmamarem e trouxemos pra nossa casinha. Acho que eles nasceram em agosto e trouxemos pra casa em outubro ou final de setembro. Fora as idas ao veterinário, eles nunca foram pra rua e isso me deixa muito feliz, eles estão em segurança.

5) Vocês tem fotos dele(a) bebê/antigas?
Sim! No dia que fomos conhecer os filhotes tiramos uma deles mamando. E nos primeiros dias deles aqui em casa também. Não temos muitas porque naquela época a gente estava meio na pindaíba com apartamento novo e nem os celulares eram bons.
Ai quanta fofura, eles nem conseguiam subir no sofá ainda

Luninha 
Capa
Nós três  (péssima qualidade)
6) Como é a personalidade do seu gatinho(a)?
Os dois mostraram desde o primeiro dia a que vieram. O Capa é um amorzinho, muito quietinho, carinhoso, vem acordar a gente de manhã todo dia, quase não mia, só quando tá com fome. Ele tem medo de todo mundo que não conhece, só chegar uma visita que se esconde. Ele aceita carinho quietinho e é um pouco ciumento. Já a Luna é aquilo mesmo, odeia colo, carinho, foge de aperto e arranha se bobear. Mas ela é muito fofa e sente muita falta da gente. Adora dormir no colo do Branco e amassar pãozinho em mim, também é muito curiosa, adora mexer em bolsas e cheirar as visitas, não se faz de rogada. Se eu cozinho, ela sobe na geladeira e fica me supervisionando até eu terminar. Os dois seguem a gente o tempo todo, se a gente vai pra sala eles vão, aí vou na cozinha beber água e quando vejo a Luna tá atrás de mim Às vezes eu falo "não vai que eu já vou voltar", mas não adianta, ela vem dando uns pulinhos muito engraçados. Cada um tem um lugar preferido. A Luna gosta de deitar em cima da casinha de viagem em cima do armário, na sala ela deita em baixo da mesa de centro ou em cima da televisão. O Capa sempre deita na pontinha da cama e do sofá, se eu estiver na cozinha ele deita na porta, perto da saída.

7) Ele (a) gosta de brinquedinhos? Se sim, quais?
Eles adoram arame de pão e presilhas de cabelo, não se pode deixar uma dando sopa aqui em casa. O Capa corre atrás do arame e traz de volta igual a um cachorro... Eles tem umas bolinhas também, mas vivem embaixo dos móveis. E as caixas... Qual o problema dos gatos com as caixas? Aqui em casa é um evento toda vez que chega alguma coisa, quando é grande eles usam como cama, se for pequena, arranham. Como se pode ver, não é difícil deixar um gato entretido.

8) Qual tipo de carinho que ele (a) mais gosta?
A Luna gosta que a gente fique parado e ela vem se esfregando na mão da gente. O Capa gosta de carinho atrás da orelha. 

9) O que ele mais gosta de comer? Qual marca de ração/molhinho você costuma dar?
No começo a gente comprava ração a granel, mas descobrimos que não é muito bom. Depois de castrar o Capa passamos a comprar só Golden para gatos castrados, a gente varia entre salmão e frango, uma pena que só tem esses dois sabores, pelo menos por aqui. Sempre que eu vou ao mercado compro Whiskas sachê pra dar em "ocasiões especiais", aqui se a gente tá comemorando, os gatos também participam. Se é dia de comer besteira, eles também ganham, ué, só que a deles é sachê. Serve também pra quando acaba a ração e não dá tempo de comprar no mesmo dia. hehe
Também dou petiscos de vez em quando pra premiar depois que eles fazer uma coisa certo, como enterrar o cocô (O Capa é preguiçoso, só finge).

10) Como é a caixinha de areia do seu gatinho (a)? Você usa areia, sílica, receita alternativa?
Até hoje não acertamos com a caixa de areia, por algum motivo eles implicam com qualquer areia e vira e mexe fazem cocô fora da caixa, fico pra morrer. No momento a gente usa uma areia mais grossa, que parece uma pedrinhas, é muito boa, apesar de ser mais cara. Mas mesmo assim eles não estão 100% satisfeitos. Estamos pensando em testar uma mistura que andou circulando pelo Facebook dias atrás.

11) Que recado você daria para as pessoas que não tem gatinhos, ou tem preconceito com gatos?
É complicado. Eu já aceitei o fato de que as pessoas amam ou odeiam gatos. Não sei de onde veio isso, mas até na minha família tem muita gente que não gosta nem um pouco. Cada um com seus gostos, mas eu deixo claro que aqui na minha casa os gatos fazem parte da família, não prendo eles por causa de visita (só na hora de comer pra não chocar os quadrados rs), até porque não é próprio dos meus gatos ficar enchendo o saco dos outros, apesar de que quando a Luna gosta ela gruda, lidem com isso. Acho que pra alguém deixar o preconceito tem que conviver com um gatinho, ver que é um bicho super do bem, carinhoso, cheio de amor, como qualquer outro que a gente se preste a amar. Amor chama amor, é isso. Gato não é esquisito, nem diferente. Gato é gato, não é cachorro, assim como não é um cavalo, não tem que ter comparação. Se puder, adote um gato, é uma atitude que enche a gente de amor, quem acorda de manhã com um gatinho nos pés da cama sabe que a única dificuldade é querer levantar e se afastar dessas lindezas.

Capa, depois de virar modelo plus size
Minha dengosa
Os meus filhinhos são bagunceiros sim, fazem muita besteira e às vezes fico louca com eles, mas é muito bom ter eles aqui. Tem hora que eu paro e fico admirando os dois dormindo e é tanta fofura que eu tenho que ir lá apertar e eles saem correndo de mim na primeira oportunidade. Eu sou muito Felícia, às vezes tenho que me lembrar de não gritar no ouvido deles porque eu me empolgo. Eu fico toda hora "olha Branco, olha o que eles estão fazendo, olha isso, olha", sou muito babona.

Renata, obrigada pela tag cheia de amor. Vou dormir hoje com o coração bem aquecido. E os pés também.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Resenha - After


  Tessa é uma garota de 18 anos que acaba de deixar a casa de sua mãe para ir morar no campus da faculdade. Estudiosa, responsável e recatada, ela não quer saber de festas e nem de paixões. No primeiro dia na faculdade, Tessa conhece Hardin, um jovem rude, lindo e todo tatuado que implica com seu jeito de garota certinha. Os dois se detestam, mas ao mesmo tempo não conseguem ficar longe um do outro. Logo, começam um relacionamento intenso e turbulento. Consumida por uma paixão que ela imaginava não ser possível, Tessa vê sua sexualidade aflorar. Mas por trás do chame irresistível de badboy, Hardin carrega fantasmas de seu passado, que podem colocar tudo a perder. Depois de Hardin, Tessa nunca mais será a mesma.

Olha, xô falar pra vocês logo que não recomendo esse livro pra ninguém porque é um péssimo exemplo pra meninas em fase de se descobrir, e pra quem é mais velha, como eu, é uma suspiro exasperado atrás do outro essa leitura. Quando eu apenas não gosto de um livro eu fico quieta, mas quando eu vejo que o livro tem potencial pra destruir a vida de alguém eu faço questão de avisar pra quem eu puder, fica por sua conta ler ou se poupar. Vide minha resenha de 50 Tons de Cinza. Acho até que dá pra chamar After - depois de 50 tons porque tem muitas coincidências aí.

Quando li a sinopse desse livro, que não era essa aí de cima, já sabia que seria sobre um relacionamento abusivo. Eu queria ler sobre isso, queria que fosse um livro pra alertar as meninas sobre esse problema. Mas não foi isso que eu li.
Tessa é um clichê. Ela é toda certinha como descrito aí mesmo, super chata "ai de mim se alguma coisa fora do normal acontecer no meu dia". Mas quando ela vai pra faculdade vê que nem tudo a gente pode controlar. Grande lição, até que enfim vida real. A mãe dela é uma controladora e eu detesto essa mulher e detesto como é falso cada diálogo delas duas, não parece que uma pessoa normal falaria assim, aliás, mesma coisa com a Tessa, parece um robô.
E chegamos no mau caráter Hardin, que foi inspirado no Harry Styles, do One Direction, mas na minha cabeça é um Jace muito piorado. Digamos que o garoto tem problemas. É uma mistura de Sr. Grey com Edward Cullen com psicopata em ascensão. O cara te ofende de todas as maneiras possíveis, joga suas coisas no chão, é mandão e mesmo assim a mocinha se apaixona por ele. Aff...

E tudo entremeado com comparações a Morro dos Ventos Uivantes e Orgulho e Preconceito. Ok.

O livro é repetitivo e desgastante, você não vê a hora da Tessa cair na real e dar um fora no Hardin, mas ela não dá. Quer dizer, dá e depois volta. Já falei que tem cenas de sexo? Claro que Tessa é uma mocinha virgem que além de nunca ter feito sexo, nunca se masturbou e não sabe o que é clitóris - vou chamar os meninos do South Park pra ajudar ela. Em que mundo essa garota vive???? Então você coloca uma garota totalmente ingênua e vulnerável num lugar desconhecido com um monte de gente "esquisita e tatuada" e voilá, ela fica dependente do cara. Dá pra entender como é grave você dizer pra adolescentes que é ok ser maltratada por um garoto porque no fundo ele te ama de verdade? Que por mais que ele diga coisas horríveis, se ele se arrepende depois tá tudo certo. Que é romântico ele não te deixar sozinha nem por um minuto porque tem ciúmes.

Tá tudo errado.

Tessa tem até uns momentos de sanidade, ela pensa com seus botões que não pode se deixar levar, mas no momento seguinte o cara tá lá todo creep aparecendo no quarto dela no meio da noite e depois de muitos gritos e ofensas eles se pegam de novo. Parece familiar pra vocês? Isso mesmo: relacionamento abusivo.

A única parte que eu achei legal e olhe lá foi o fato dela se dar conta que não gostava do namoradinho de infância que a mãe impunha a ela, afinal você não tem que ficar com alguém só porque ele é legal, realmente tem que ter amor, mas ela leva isso aos extremos. Ou nada de paixão com o namoradinho Nate que não gosta de beijar (?) ou o fogo de mil infernos que arde e consome tudo, inclusive a sanidade, que é o Hardin. Mas tudo justificado porque ele tem um passado traumático. Ah vá.
As partes que podiam ser legais ficaram chatas também, são elas:

O Sexo. É, ué, sexo devia ser bom.

A editora. A menina é estudiosa e tem um anjo muito bom também porque mal começou a faculdade e já consegue um estágio em uma editora onde ela tem uma sala só dela e pode ler originais e sair mais cedo quase todo dia trabalhando só três dias na semana e ainda ganhar dinheiro suficiente pra viver.

Cadê a realidade desse livro? Eu sei que é fanfic, mas poxa, custava se ater um pouco ao que normal? E eu nem falei do final surpreendente... só que nem um pouco. Não vou falar pra não dar spoiler, mas além do passado traumático, Hardin também esconde um segredo gravíssimo de Tessa que pode, talvez, sei lá, comprometer o futuro dos dois... tã tã tã tã!

Então é isso. Tejem avisados. 

Confesso que li a continuação porque não consegui aceitar a trouxice dessa garota, mas para o meu desgosto ela é adepta do mais um dia mais uma oportunidade para ser trouxa. E tem mais duas continuações depois dessa, mas eu arreguei.
Podia ser um livro pra nos ajudar, mas acabou sendo só mais um livro pobre.

Livro: After
Autora: Anna Todd
Editora: Paralela

domingo, 6 de setembro de 2015

Cabelo azul


Vish! Eu pintei o cabelo de azul em Março e lá se foram seis meses que eu tô pra mostrar aqui no blog como ficou, mas estou sem tempo e quando tenho tempo não tenho paciência. Me desculpe aí, mas não é nada de mais mesmo, é só cabelo.

Pra quem estiver curioso pintei com o tonalizante Color Express Fun Blue Rock. Diz que é tonalizante, mas desde que eu pintei nunca mais saiu, então se você estiver querendo uma cor temporária não recomendo. Ele dura muito e isso é ótimo, quando pintei ficou um azul bic bem bonito e aos poucos foi clareando. Agora tá meio turquesa, meio verde, meio sereia.

Se liga só:





Descolori com ox 40 e descolorante Aquaflora, que é muito bom. Depois misturei o tonalizante com creme branco porque não queria que ficasse muito escuro, mas botei pouco e mesmo assim ficou. há!

De lá pra cá já retoquei a raiz e quando fiz isso passei puro só na raiz e fui puxando pras pontas pra fazer um degradê que ficou bem legal, mas não durou muito.

Desde que eu resolvi pintar tinha decidido fazer só embaixo pra dar um charme quando prende em coque - meu penteado padrão. Às vezes eu enjoo porque quero tonalizar o ruivo e dá trabalho porque tenho que separar a parte azul, mas tem dias que eu olho e acho incrível. De vez em quando cai um cabelo azul e eu fico encarando ele "olha que fofinho, cut cut".

Como mudei de celular nesse tempo, não consegui achar as fotos que fiz do passo a passo, mas basicamente dividi a parte de baixo, descolori depois lavei e sequei e apliquei como falei acima.

É isso. Prometo para breve a resenha de um livro que li há pouco tempo.

Não me abandonem, ainda estou aqui.